Pesquisa, simulacro e vida real: um diálogo com a antropologia interpretativa de Clifford Geertz a partir de sua principal obra

Rodrigo Portella

Resumo


O presente texto tem objetivo singelo, mas prático e referencial. Apresentar ao público acadêmico, particularmente ao que tem interesse em ter como ferramenta, para pesquisa, os referenciais teóricos da Antropologia, uma brevíssima introdução - dialógica - a alguns aspectos importantes do pensamento de Clifford Geertz, usando para tanto, como base, aquela que é considerada sua obra máxima e referencial: A interpretação das culturas, que, embora editada pela primeira vez no Brasil em 1978, ainda permanece desconhecida de muitos estudantes das ciências humanas e sociais. Portanto, aqui não se trata de uma resenha do livro (já bastante resenhado em outras épocas), mas de um diálogo com o cerne do pensamento de Geertz descrito em sua obra, no intuito de problematizar pesquisas e metodologias que hoje, tantas vezes, buscam descrever a realidade pari passu, querendo-a dizer como ela é. O presente texto, justamente, pretende questionar tal projeto, e dizê-lo inocente, oferecendo novo paradigma, já tão antigo (décadas de 1960 e 1970, quando Geertz o desenvolve), mas tantas vezes esquecido em pesquisas atuais.

Palavras-chave


Epistemologia; descrição densa; culturas; metodologia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22351/nepp.v29i0.358


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