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Beleza nos dias atuais

por Natalia Aranda (2017-06-03)


A cultura do corpo e da plástica leva mulheres, no decorrer dos séculos, a buscarem frequentemente as curvas e “formas perfeitas”. Elas já tiraram as costelas flutuantes para “acrisolar” a circunferência, acharam o máximo ser super magras, aderiram às cirurgias plásticas, lipoaspiração e silicone, tudo isto para se acertar ao padrão de beleza atual no hora.
A necessidade de estar apropriado aos conceitos estéticos da atualidade, pode fazer transtornos com a própria maneira, levando o pessoa à impaciência, à stress e à abatimento. Os sonhos das indivíduos de terem um corpo e plástica “ideal” são alvo das publicações de roupas, como os programas de tv, casa, capas de discos, reportagens em jornais, revistas e campanhas publicitárias. O padrão antecessor de beleza, pregava mulheres pálidas e magérrima, no qual adolescentes morriam vítimas da anorexia, como o caso da modelo brasileira Ana Carolina Preston, que faleceu em 2006 vítima de problemas formadas pela enfermidade. A Itália, a fim de brecar a procura assíduo pela emaciação, criou um conjunto de leis para combater a “absolutismo da balança” e definiu que modelos com pouco de 16 anos e com índice do corpo inferior a 18,5 – valor apontado arraia entre a saúde e a desnutrição -, não conseguem associar de campanhas publicitárias ou desfiles. No Brasil, as agências de modelos ficaram mais exigentes em correlação ao estado de saúde das contratadas e passaram a acompanhar dietas e arrogar-se relatórios médicos periódicos atestando que elas estavam saudáveis. Hoje, na roupas, têm-se um padrão estético com modelos com curvas e bochechas rosadas. Uma oscilação que parece não acabar por aí e, pode ser que, vá além das passarelas.

O texto “Sobre o corpo e a plástica: como a medicina e a anúncio revelam o corpo” revela que nos últimos anos há uma oscilação de conceitos no que se refere ao padrão do corpo. As mulheres mais “cheinhas” começaram a aparecer nas peças publicitárias, a roupas possui dado vestígios de alomorfia levando para as passarelas auge models coradas e as moda e modelos plus size. Os padrões estéticos na roupas mudaram nos últimos anos, passou de mulheres magérrimas à modelos com curvas. No entanto, embora de algumas mudanças, também vigoram alguns padrões levando o corpo construído e desconstruído no decorrer das épocas a sentir com mudanças nos padrões estéticos. O corpo natural, construído de maneira adulterino, é o ideal do novo século, no qual as mulheres compram A maneira corpórea excelente, pela adquirição de silicones, moldando o corpo da forma que acham apropriado, transformando-o exclusivamente para ser averiguado. E é neste ambiente e sobre essas mudanças que o texto “Sobre o corpo e a plástica: como a medicina e a anúncio revelam o corpo” levanta um dubiedade que, pode ser que, toda a agremiação faça: Qual o amanhã do corpo? Uma resposta que também se desenha no decorrer das épocas, construindo e desconstruindo o corpo afeminado em procura de um ideal de beleza e um padrão de corpo e plástica adequados, diversificando de acordo com os convicções culturais de cada agremiação e data. É a absolutismo do corpo e plástica estimulada na agremiação pela roupas e, similarmente, pela anúncio.

 

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